Desde sua internação no Hospital Gemelli, em 14 de
fevereiro, houve um aumento acentuado no volume de correspondências endereçadas
ao Papa. Mas as mensagens, muitas vezes acompanhadas de desenhos e provenientes
de todo o mundo, enfrentam uma longa viagem antes de chegar ao destinatário.
Lorena Leonardi - Vatican News
Mais e mais pessoas estão pegando a caneta para escrever ao
Papa Francisco: se ele normalmente já recebe centenas de cartas por semana de
todo o mundo, houve um aumento no volume de correspondências endereçadas ao
Pontífice desde que ele foi internado no Hospital Gemelli em 14 de fevereiro.
“Até 150 kg a mais de correspondência por dia”, explicam em nota os correios da
Itália (Poste Italiane). Mas antes de serem entregues ao destinatário,
as cartas, muitas vezes acompanhadas de desenhos, enfrentam uma longa viagem de
verificação e triagem.
A viagem da “correspondência do Papa”
Depois de uma parada inicial no centro de triagem em
Fiumicino, cidade metropolitana de Roma, o fluxo diário de correspondência
destinado à Santa Sé passa por verificações de segurança e é processado por uma
máquina de registro e pesagem usando um sistema computadorizado. Em seguida, a
“correspondência do Papa” para no Centro de Distribuição na área norte da
capital italiana, que também cobre a região do Hospital Gemelli. Lá, a
correspondência é separada e classificada em caixas dedicadas aos chamados “grandes
clientes”, incluindo o hospital que atualmente acolhe o Pontífice.
Sinal tangível de afeto
Atualmente, o fluxo de mensagens para o Pontífice é
particularmente intenso. “É emocionante”, diz o chefe do Centro de
Distribuição, Andrea Di Tommaso, “ver cartas de todo o mundo endereçadas ao
Santo Padre neste momento delicado. É um belo sinal de afeto e participação”.
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